Fukai. Por Rudá de Melo.

Sem peneirar nem deixar qualquer um de fora, estes foram os lançamentos de abril de 2016 no rock e na música alternativa potiguar. (Ou, pelo menos, aqueles que conseguimos monitorar.)

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_SINGLES_

Um Rio, Fukai
rock/progressivo
Data de lançamento: 2 de maio de 2016
Natal



Warriors, Joseph Little Drop
punk
Data de lançamento: 25 de maio de 2016
Natal




_EPs_

Hot Like A Fever!, Naked Drivers
heavy rock/rock
Data de lançamento: 10 de maio de 2016
Natal




(In)Diretas, SysO
rock/pop
Data de lançamento: 17 de maio de 2016
Natal




_CLIPES_

Run To, The Automatics
pós-punk
Data de lançamento: 8 de maio de 2016
Natal



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Camarones Orquestra Guitarrística. Por Rafael Passos.

Sem peneirar nem deixar qualquer um de fora, estes foram os lançamentos de abril de 2016 no rock e na música alternativa potiguar. (Ou, pelo menos, aqueles que conseguimos monitorar.)

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_ÁLBUNS_

Vociferando Silêncio, Träumereien
neofolk/instrumental/ambient
Data de lançamento: 17 de abril de 2016
Natal


Khrystal, Khrystal
mpb
Data de lançamento: 26 de abril de 2016
Natal




_VÍDEOS_


I Won't Go Away, Rollercoaster
rock
Data de lançamento: 4 de abril 2016
Santa Cruz



The Gal I Left Behind, The Bop Hounds
rockabilly
Data de lançamento: 13 de abril de 2016
Natal



Datcho Reverb, Camarones Orquestra Guitarrística
rock instrumental
Data de lançamento: 28 de abril de 2016
Natal



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Sem peneirar nem deixar qualquer um de fora, estes foram os lançamentos de março de 2016 no rock e na música alternativa potiguar. (Ou, pelo menos, aqueles que conseguimos monitorar).

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_EPs_

Anatomia da Cidade, NTE
punk
Data de lançamento: 30 de março
Natal





_ÁLBUNS_

Mind's Eyes, Rollercoaster
rock alternativo
Data de lançamento: 21 março
Santa Cruz



Lábios Verdes ( o coração bate ), vctrh
ambient/experimental/eletrônica
Data de lançamento: 29 de março
Natal





_CLIPES E VÍDEOS_

Não Há, Androide Sem Par
rock
Data de lançamento: 13 de março
Natal



Don't Lose Control, Rollercoaster
rock
Data de lançamento: 15 de março
Santa Cruz



Politiks, Far From Alaska
rock
Data de lançamento: 22 de março
Natal


Luiz Gadelha e Os Suculentos. Foto por Diego Marcel.

Sem peneirar nem deixar qualquer um de fora, estes foram os lançamentos de fevereiro de 2016 no rock e na música alternativa potiguar. (Ou, pelo menos, aqueles que conseguimos monitorar).

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_SINGLES_

"A Diferença", Luiz Gadelha
indie rock/nova mpb/pop
data de lançamento: 12 de fevereiro
Natal





_EPs_

"Demos 2015", Párduc
experimental/eletrônico/pós-rock
data de lançamento: 3 de fevereiro
Natal



"PRISM", The Spread
death metal/progressivo
data de lançamento: 17 de fevereiro

Natal



"Underdays", GOODDAY, ALL DAY
eletrônico/experimental
data de lançamento: 26 de fevereiro
Natal


"O Carnaval Passou", Skarimbó
tropical
data de lançamento: 24 de fevereiro
Natal



_ÁLBUNS_

"Sufocante", Luiz Gadelha
indie/rock/nova mpb/pop
data de lançamento: 15 de fevereiro
Natal




_VÍDEOS QUE RECOMENDAMOS_



Cobertura do Transtorno Fest: O Retorno pelo Fuga Underground




Joseph Little Drop tocando "Sweet Transvestite", trilha sonora do musical Rocky Horror Picture Show, na festa Pajux Gender Fuck, com participação de Minerva Bardo Del Diablo nos vocais.



Plutão Já Foi Planeta tocando "Daqui Pra Lá" em versão acústica para o Som Sem Plugs.



Luísa & Os Alquimistas tocando "Gitana" em versão acústica para o Som Sem Plugs. E aqui, Camaleão.



Diário de gravações do novo álbum do Plutão Já Foi Planeta no DoSol TV.

Parte 1 - Parte 3



Documentário oficial do Festival DoSol 2015 no DoSol TV.

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Maio na Cena Potiguar (2016)

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Dias atrás demos uma passadinha na festa PAJUX - GENDERF**K no Ateliê Bar e Petiscaria e registramos a participação especialíssima da drag Minerva Bardo Del Diablo no show da Joseph Little Drop, cantando a música Sweet Transvestite do musical Rocky Horror Picture Show.



Transtorno Fest chegou à sua segunda edição com uma periodicidade definida apenas pela oportunidade de trazer boas bandas de noise rock à Natal e, de quebra, dar espaço a novos nomes da cena potiguar.

Criado pela banda Talude em parceria com a Turbo Produtora, o festival estreou em agosto do ano passado com Lupe de Lupe (MG), Sasha Grey As Wife (RJ) e as locais Joseph Little Drop e Arduíno Contra o Bando, além da própria Talude, que lançou seu álbum de estréia na ocasião.

A nova edição, que aconteceu agora em fevereiro, veio como uma forma de viabilizar a turnê da gorduratrans (RJ) pelo nordeste.

TaludeCiro e a Cidade (antiga  A Cidade de Marfim) e Mahmed completaram o line-up.

SOBRE OS SHOWS

Assim como no ano passado, o Centro Cultural DoSol foi escolhido para sediar o festival, que conseguiu atrair um bom público. Aliás, clima era de confraternização entre amigos.

Cheguei tarde para ver Ciro e a Cidade, mas já conhecendo um pouco do trabalho da banda pelas demos no Soundcloud, acabei dando um jeito de mostrar um pouco do trabalho deles e conversar com o vocalista Ciro Guilherme para o vídeo de cobertura (linkado ao final do post).

Quanto à Talude, que acabou de voltar de uma turnê pelo sudeste, continua valendo o que escrevi em outubro do ano passado sobre o show na Cientec.

Mas noite era mesmo de gorduratrans e Mahmed. O show inédito e a banda mais importante do rock potiguar atualmente, das poucas que combinam sucesso de público e de crítica com um show que merece sempre ser visto.

gorduratrans não desapontou. A combinação de boas músicas pra cantar, o vocal agradável de Felipe Aguiar e a energia boa da dupla no palco deu num show divertido. Em alguns momentos, até roda de pogo conseguiu instigar. Tocaram na íntegra o álbum Repertório Infindável de Dolorosas Piadas e tiveram que tirar outras músicas da manga para estender o show, à pedido do público.

Depois restou aproveitar a viagem boa do show sempre redondo e competente da Mahmed.

No vídeo de cobertura, eu mostro um pouquinho do clima do festival. Apresento também Ciro e a Cidade, algumas novidades da Talude e uma entrevista bem bacana com a gorduratrans.


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Público do Under The Sun 2016 - Foto por Luana Tayze

Uma coisa marcante no Under The Sun, desde quando surgiu há quatro ou cinco anos, é que a vibe do festival sempre se sobrepõe ao line-up. Não porque as escolhas de suas bandas sejam ruins. Não são - ou, pelo menos, não costumam ser. Mas, quando se pensa no Under The Sun, surge menos a expectativa de assistir o show de banda X, Y ou Z do que pela experiência diferenciada que o festival proporciona.

Era assim quando o festival era realizado à beira-mar, na Praia de Tabatinga, e é assim há duas edições, quando o Under The Sun passou a ocupar o campo de paintball do Comando Potiguar, em Parnamirim, dessa vez com uma paisagem bucólica, ampla, também à céu aberto. Talvez tenha um efeito até maior.

É provável que o perfil contemplativo das bandas do festival também tenha responsabilidade nisso. Mas o fato é que é massa o simples fato de se estar lá, sentada na grama, só curtindo o que acontece ao redor. Dos shows às intervenções artísticas. De viajar nas projeções do telão ou só assistir o pessoal testando a corda bamba ou a suspensão de corpo.

Um mês depois você não se lembra mais de show nenhum que viu, só sabe que não deseja perder nenhuma edição do rolé.

(Não use drogas.)

O FORMATO

Chegar cedo faz parte do pacote da experiência do Under The Sun e, neste ano, o festival fez jus ao seu nome como em nenhuma outra edição.

Os shows, divididos agora em dois palcos, devem ter começado por volta das 15h. E, se o sol desse horário castiga, as árvores dos cantos estavam ali para trazer conforto para quem assiste os shows, mais de longe.

Inclusive, ainda falando sobre essas coisas que a natureza dá, no final da tarde você passa a ser atacada por muriçocas. Tipo agressivamente. Então já sabe: na próxima edição adicione repelente ao kit essencial do festival, junto à canga e à capa de chuva, que, por sorte, dessa vez foi pouco necessária. Só choveu um pouquinho no começo da noite.

No line-up desta edição, 60% eram bandas locais. A maioria delas feita de bandas que não costumam fazer muitos shows ao longo do ano, como é do feitio do festival. Nos 40% restantes, algumas bandas de Pernambuco e São Paulo. A maioria também com shows ainda inéditos por aqui.

Talvez como uma forma de não repetir nomes no line-up, a edição deste ano trouxe mais diversidade entre os gêneros das bandas - algumas até com um som muito convencional para um festival de música experimental, como a Mad Grinder (grunge). Outras entraram no espírito do Under The Sun e fizeram um show especial, apresentando suas músicas mais contemplativas, como The Automatics (pós-punk).

SOBRE OS SHOWS

Ainda assim o "instrumental e pesado" continuou reinando. O desgastado "stoner", que público, produtores e músicos potiguares continuam amando e não deixam descansar. E nisso, Projeto Trator e Testemolde soaram bem redundantes ali. Bacana para quem não enjoou, mas de bater cabeça na parede, quem não aguenta mais.

Infelizmente, perdi aqueles que muitos dizem que foram os melhores shows desta edição: Cosmo Grão e Mabombe. Dois dos mais experimentais também.

Dentre os melhores que pude assistir, vale a pena citar Vênus Negra, que apesar de entrar na cota "instrumental e pesado", propôs uma viagem massa de acompanhar.

General Junkie também veio na hora certa, quebrando a mesmice sonora, ainda que esse não tenha sido o melhor show deles.

E embora dividam opiniões, foi massa ver a Esquizophanque ao vivo. Não existe nada mais ambicioso e verdadeiramente experimental que ela na música potiguar. E o conceito do funk psicodélico é foda, só tem o defeito da execução soar longa e repetitiva.

Por fim, Guizado apareceu com um show maravilhoso no momento errado. Execução lindíssima das músicas do último disco, mas o cansaço de quem chegou cedo para curtir festival já não permitia aproveitar tão bem o show.

Como grandes fãs da proposta e da experiência do Under The Sun, o Fuga Underground se voluntariou para registrar os shows do festival. A playtist com todos os registros você pode assistir aqui.

No vídeo abaixo, apresentamos um pouco do clima da edição e conversamos com as bandas do line-up. As entrevistas ficaram por conta de Hugo Morais, d'O Inimigo.




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Luísa Guedes, Luísa & Os Alquimistas. Foto por Giovanna Hackradt.

Sem peneirar nem deixar qualquer um de fora, estes foram os lançamentos de janeiro de 2016 no rock e na música alternativa potiguar. (Ou, pelo menos, aqueles que conseguimos monitorar).

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_SINGLES_

"Sputnik 1957", Vênus Negra
doom/grunge/instrumental/stoner rock/experimental
data de lançamento: 5 de janeiro
Natal

"Cumbia Perigosa", Skarimbó
cumbia
data de lançamento: 11 de janeiro
Natal



_CLIPES_

"Afrodite", Dubom Rap
hip hop
data de lançamento: 15 de janeiro
Natal



"Eyes Like Fire", Talude
post-rock/shoegaze
data de lançamento: 18 de janeiro
Natal





_EPs_

"Nuclear Moon", Carbonizer
heavy metal/metal/speed metal/thrash metal
data de lançamento: 5 de janeiro
Natal


"Basura", Podredumbre
death metal/grindcore/goregrind
data de lançamento: 10 de janeiro
Natal


"Caccophagia​​/​​Deus Verme Digital Split", Deus Verme
crust/grindcore/death metal
data de lançamento: 14 de janeiro
Mossoró


"Dans Le Studio", Limiar Sonora
art rock/groove metal/noise rock
data de lançamento: 29 de janeiro
Natal




_ÁLBUNS_

"Cobra Coral", Luisa & Os Alquimistas
electronic/world/cumbia/dub/dubstep/tecnobrega
data de lançamento: dia 6 de janeiro
Natal

"Classicos Vol. 1 - Cartoons", Walter Nazário
alternative/hip hop/experimental electronic/funk rock/psychedelic/space music
data de lançamento: 11 de janeiro
Natal

"Classicos Vol. 2 - Tomica Limited Vintage Neo", Walter Nazário
alternative/hip hop/experimental electronic/funk rock/psychedelic/space music
data de lançamento: 11 de janeiro
Natal

"Classicos Vol. 3 - Hellow World", Walter Nazário
alternative/hip hop/experimental electronic/funk rock/psychedelic/space music
data de lançamento: 11 de janeiro
Natal

"Misantropo, niilista ë Icnoclasta", Abiotix
metal/punk
data de lançamento: 29 de janeiro
Natal



_VÍDEOS QUE RECOMENDAMOS_



Playlist completa com nossa cobertura completa do Under The Sun. Além do minidoc em que apresentamos a edição (com entrevistas de Hugo Morais d'O Inimigo), registramos também músicas completas da maioria dos shows.



Bastidores do processo de gravação do novo álbum de Luiz Gadelha no DoSolTV, em quatro partes.

Parte 2 -  Parte 3 - Parte 4



Diário de gravações do novo álbum do Plutão Já Foi Planeta no DoSol TV.

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Maio na Cena Potiguar (2016)

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FUGA Underground
Blog especializado em música alternativa e independente sediado em Natal-RN. Também presta serviços de audiovisual e assessoria de imprensa para bandas.
Criado por:

Clara Cortêz Clara Cortêz

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