27 setembro 2009

 
Sliimy é o pseudônimo do afeminado cantor francês Yanis Sahraoui. Ele surgiu para o mundo em 2008 através de uma cover de Womanizer. Por sua estética, logo recebeu comparações a Prince e Mika. Apesar disso, musicalmente Sliimy se aproxima bem mais de cantoras pop inglesas como Kate Nash e Lily Allen. Seu pop acústico atravessa todo Paint Your Face, o álbum de estreia lançado no primeiro semestre deste ano. Leve, bem humorado e ligeiramente provocativo, pode agradar desde leitores de Perez Hilton aos apreciadores das músicas mais coloridas e amenas da cantora Feist.



01 Wake Up 02 Magic Game 03 Our Generation 04 Everytime 05 Paint Your Face 06 Baby 07 Trust Me 08 Mum 09 Waiting For 10 Tic Tac 11 My God 12 See U Again 13 Womanizer

Paint Your Face, Sliimy
Lançado: Abril, 2009
Origem: Saint-Étienne, França
Idioma: English
Estilo: Pop / Folk pop / Art pop
Para quem gosta de: Kate Nash / Mika / Lily Allen



21 setembro 2009

Confesso que não tenho muito o que falar dessa banda, falta informação, falo da informação técnica mesmo. E então vamos as poucas informações conseguidas. Eles são de Bristol no sudeste do Reino Unido, que eles são de lá vocês iriam notar logo logo pelo sotaque do pessoal da rainha que eles tem.


E como falta informação técnica vamos as auditivas que tive.

De principio percebi que algumas faixas propositalmente tem letras que repetem refrões e fazem grudar nos seus ouvidos e você quer mesmo é repetir com eles. Até hoje confesso que não sei até que ponto isso é bom, musiquinhas grudentas, no caso deles eu até gostei o uso do sintetizador piora tudo pra mim ao menos, e eu acabei viciando. Este é um dos primeiros EPs Bright Lights deste ano que tem só 4 musicas: Colour Blind (com sitetizadores viciante), Perfect Hands (que me lembra alguma banda, acho que Ra Ra Riot, não sei), XY (Essa me lembra um pouco The Foals, tirem suas conclusões ouvindo) e por fim A Victory, I (essa com uma guitarra mais animadinha). As musicas deles mostram que a banda tem futuro e segue a tendência da moda, ou seja, sintetizador neles!!!. Por hora deixo para vocês a velha máxima mas ao meu modo: " uma ouvida nesse som vale mais que qualquer palavra minha".



01. Colour Blind 02. Perfect Hands 03. XY 04. A Victory, I


Lançado: 2009
Origem: Reino Unido
Estilo: Indie /Shythpop
Para quem gosta de: The Foals, Ra Ra Riot



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20 setembro 2009

Quem já estava ficando desanimado com a programação do MADA 2009 e assim como alguns de nos aqui do ENM, estava pensando em montar uma barraca na tenda eletrônica, agora pode comemorar dando pulinhos de alegria, pois a presença da banda Copacabana Club foi confirmada!
O quinteto formado por Alec Ventura, Caca V, Claudinha Bukowski, Rafael Martins (que agora ocupa o lugar de Lulli Frank) e Tile Douglas surgiu em meados de 2007 durante uma conversa de bar e não foi preciso muito tempo para que a banda se tornasse a mais promissora da música independente brasileira em 2009. Com o EP “King of The Night” o Copacabana Club fez toda a mídia se voltar para o que deveria ser só mais uma banda de garagem em busca de atenção. Donos de um som dançante e energético, melodias viciosas e uma animação além do normal, o Copacabana Club tem tudo para ser a melhor atração do Festival MADA 2009.
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01 Come Back 02 Its Us 03 Just Do It 04 King of the Night

King of the Night EP, Copacabana Club
Lançado: 2008
Origem: Paraná
Estilo:
Rock / Indie

Para quem gosta de: BOSS in drama / Little Joy


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19 setembro 2009


Com certeza uma das grandes promessas da cena musical do RN, Os Bonnies é o tipo de banda que te faz reviver aquela boa época do rock´n´roll, mas sem forçar a barra. Nada de tentar imitar nossos antepassados.

Bem no estilo Rockabilly de ser, os caras apostam em músicas dançantes sempre acompanhadas de melodias certeiras e chicletudas que na maioria das vezes falam de paixonites adolescentes. Mas quem pensa que eles são bons moços está muito enganado. É só esperar o vocalista começar a se empolgar e se esgoelar feito um louco para perceber que eles não passam de jovens rebeldes e desobedientes que fazem do baile juvenil uma grande festa barulhenta. E esse é o clima engomadinho irresponsável que vai invadir o Festival DoSol no dia 07 de novembro. E que todos estejam lá, com seus pares ou não, para dançar e ver o estrago.

01 É só voltar atrás 02 Venha pra mim 03 Tomando café 04 Porque você foi embora 05 Ok (tá tudo certo) 06 Sedentário 07 O fantasma de Buffalo Bill 08 Estou cansado 09 Não me deixe triste 10 Tão calmo 11 Gosto de você 12 Toda vez que ela vai embora


Lançamento: 2008
Origem: Rio Grande do Norte, Brasil
Estilo: Rock

Para quem gosta de: Rock´n´roll




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18 setembro 2009

The Pains Of Being Pure At Heart é um quarteto nova-iorquino composto pelo guitarrista Kip Berman, o baterista Kurt Felman, o baixista Alex Naidus e a tecladista Peggy Wang. Ainda que seu nome induza a massa ao erro, o emocional hardcore não passa muito perto daqui. Provavelmente, o leitor indie – se já não a conhece – chegaria mais perto. Ao invés de emo, The Pains Of Being Pure At Heart vai se aproximar de um primo não muito distante: o twee pop. Sem chegar a ser exatamente isso. Na real, a banda mistura de forma melódica e vivaz traços das bandas C86 (e pós-C86), numa amálgama twee e noise pop. Trocando em miúdos, The Pains Of Being Pure At Heart seria o resultado de um encontro entre The Jesus and Mary Chain e The Field Mice.
No debut homônimo lançado em fevereiro, o que se encontra entre harmonias pop e distorções ruidosas são aquela velha melancolia, amargura e sentimento de inadequação comuns ao estilo, mas, que, ainda que carregue consigo algum candor (ou bastante...), toda delicadeza vem com a perspicácia de quem já aprendeu a ser crítico e irônico sobre os dramas de sua vida pós-adolescente.
Sejam suas fórmulas ligeiramente repetitivas ou não, o POBPAH já fez não só um dos melhores álbuns de estreia e de noise pop/shoegaze do ano, como é consistente o suficiente para figurar entre as melhores bandas indies dessa segunda metade da década que termina.
01 Contender 02 Come Saturday 03 Young Adult Friction 04 This Love Is Fucking Right 05 The Tenure Itch 06 Stay Alive 07 Everything With You 08 A Teenager In Love 09 Hey Paul 10 Gentle Sons
The Pains Of Being Pure At Heart, homônimo
Lançamento: Fevereiro de 2009
Origem: Nova York
Idioma: Inglês
Estilo: Noise pop / Indie pop
Para quem gosta de: The Jesus & Mary Chain / Glasvegas / The Field Mice

15 setembro 2009


Em pleno auge da modinha Twilight, os caras do Dr. Carnage vêm falando em Vampiro de Buceta, isso definitivamente chama a atenção de qualquer pessoa. Buceta? É! E isso lembra quem? O saudoso Raimundos. Sim, e não para por aí, já que outra banda que facilmente podemos reconhecer ao ouvir o som deles é o Matanza, que é de longe a maior influência da banda. Essa influência vai além de simplesmente tocarem Hardcore, os solos e riffs, mas principalmente, as letras de teor irreverente e depreciativo com um certo apreço pelos temas Igreja e cabaré. Quem tiver amor à vida, se esconda quando eles subirem ao palco, pois com uma pegada acelerada e bem forte, e músicas bastante animadas, o Dr. Carnage promete colocar a galera pra rodar. Edward, meu filho, seus dias tão contatos. E tenho dito!


1-Estilo Brucutu, 2-O Padre Füdeüs, 3-Mortiça, 4-Vampiro de Buceta, 5-Forasteiro.



Ano: 2009
Estilo: Hardcore
Pra quem gosta de: Matanza, Raimundos, Camisa de Vênus.




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10 setembro 2009


Era uma vez um cara chamado Greg McGowan. Greg morava em Charleston, nos Estados Unidos, e costumava passar suas horas livres, geralmene após tocar com sua banda, sozinho em sua casa. O que ele fazia? Bem, basicamente tocava seu violão e escrevia, compunha músicas. Um dia ele resolveu gravar uma demo. O ano era 2003.

A partir daí a coisa começou a andar: mais três caras se juntaram a McGowan e surgiu o Time and Distance. Influenciados por Elliot Smith, Dashboard Confessional, Foo Fighters, entre outros, entraram em turnê no ano de 2004 e tocaram com bandas como A Static Lullaby (só lembro do cover deles de “Baby One More Time”, muito bom xD), The Starting Line, One Line Drawing e Taking Back Sunday.

Em agosto de 2006 a banda lançou o disco The Way It Should Be e foi por ele que eu a conheci. Na época, algumas das letras tinham um certo sentido na minha vida. Não foi uma das bandas que eu “viciei”, mas eu gostava muito. Principalmente o violão, que estava presente na maioria (ou seria em todas?) das músicas. Nem todas elas eram felizes e alegres. A dor, a desilusão e todas essas coisas que sempre foram temas para músicas eram retratadas de forma, como diria um amigo meu, “sofrida” mesmo. Diferentemente do que acontece em Gravity.

Lançado esse ano, o álbum Gravity me chocou um pouco. Eu esperava por aquele Time and Distance com violão e sentido na minha vida, apesar dela não ser a mesma que era em 2006 ou 2007. Fiquei revoltada no começo, levei um tempo para aceitar, gostar e aprovar a mudança. A qualidade melhorou, reconheço, mas sim, eu ainda sinto MUITA falta do violão e daquelas músicas mais “calminhas”. Esse último disco está bem mais agitado, com os riffs de guitarra dominando as músicas. E aquela coisa “ela me deixou, estou” triste do álbum de 2006 deu lugar a “ela me deixou, vou beber, esquecer e dar a volta por cima”. Bye bye tristeza triste, hi hi tristeza alegre.

Outra coisa que eu aprovo com palminhas no disco, é o piano. Na faixa Away We Go ele fica evidente. Ela é única, the best, não há outra nesse cd que se pareça com ela, muito menos no anterior. A primeira música, First Time Caller, Long Time Listener, serve como advertência: “nós mudamos, esqueçam o que fizemos nos anos anteriores”. É basicamente o que acontece mesmo. Baby Be tem uma coisa que me faz lembrar o passado deles, mas é só ela. “33 1/3” me conquistou no refrão, nada em especial, eu só precisava citá-la haha.

Depois de tantas mudanças, só me resta esperar com fé o futuro do Time and Distance e acreditar que eles sempre irão fazer melhor.

01 First Time Caller, Long Time Listener 02 33 1/3 03 For Real 04 Living In Fiction 05 Away We Go 06 Baby Be 07 Sunday 08 Sell 09 Waiting 10 Horseshoes and Hand Grenades 11 On My Own 12 Gravity

Lançado: 2009
Origem: Estados Unidos
Idioma: Inglês
Estilo: Pop punk
Para quem gosta de: Making April, The Starting Line, New Found Glory

07 setembro 2009


Os “comments” do ENM andaram agitados estes dias. Comentei em alguns só para marcar presença. Sei que estive ausente, mas é tudo culpa da faculdade. Claro, a culpa nunca é nossa. Pensando sobre qual banda iria inaugurar minha volta não tive dúvida: Telepathe foi à escolhida.

Apaixonei-me por esse duo do Brooklyn desde o primeiro momento em que escutei a mística, dançante e estranha So fine. Depois vieram Drugged e Michael cheias de fundos pretos que contrastam com um pluralismo de elementos eletrônicos multicoloridos.

Tentar enquadrá-las em algum estilo musical é quase um pecado. Experimentalismo é palavra de ordem assim como a apatia pretensiosamente criada e que dá todo um charme, mas sem torná-las inacessíveis. De qualquer forma arriscaria colocá-las dentro de um synthpop cheio de características bem próprias.

Telepathe é um bom exemplo de junção entre um produtor aberto a novas idéias e duas garotas cheias de histórias para contar. Prepare-se para se tornar refém delas.

“So what, so what
Be mine, be mine”


01. So Fine 02. Chrome’s On It 03. Devil’s Trident 04. In Your Line 05. Lights Go Down 06. Can’t Stand It 07. Michael 08. Trilogy: Breath of Life, Crimes and Killings, Threads and Knives 09. Drugged

Lançado: Fevereiro de 2009
Origem: Brooklyn, NY
Estilo: Synthpop / Experimental / Noise pop
Para quem gosta de: Gang Gang Dance / School Of Seven Bells / High Places

06 setembro 2009

Foi nA MulTiDãO que a MeNiNa e o caCHoRRo encontraram um novo amor, CHUCKY BERRY fields forever, esse mostrou que o AM♥R É MeSMo ESTraNHo. E Na meDIDA do IMpossível com o seu ProBleMA TuDo BeM, era um amor que de tão estranho virou ESCoNDeRijo, mas que estava SeMPRe COM você. Sentiu-se Peixe no aQuÁRio! E o sempre, sempre constante fez-se nada, GiRando nunca havia se sentido tão mal e foi CoÇANDo a cabeça que disse NÃO QUERO MAIS...

HEIN?


Paulista de 27 anos, Ana Cañas lança Hein?, o seu segundo CD. Foi na escola da noite nos bares ela dedicou-se a cantar Jazz e MPB, influências melódicas que sutilmente compõem as suas canções. Relacionamentos, tédio, confusões e amores são temáticas das músicas que fazem parte do Hein? Suas músicas são um standard de variações tonais e de uma bela voz, fazendo com que Ana Cañas se torne uma forte candidata a bilhar no cenário musical brasileiro.





01.Na Multidão 02.Coçando 03.Na Medida do Impossível 04.Esconderijo 05.Sempre com Você 06.Chuck Berry Fields Forever 07.Gira 08.Problema Tudo Bem 09.Aquário 10.A Menina e o Cachorro 11.Não Quero Mais 12.O Amor É Mesmo Estranho




Lançado: Julho, 2009
Origem: São Paulo
Estilo: MPB / Rock / Pop
Para quem gosta de:
Mariana Aydar / CéU / Fernanda Takai





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04 setembro 2009

L.A.B. é Dan Schneider (Baixo / Voz / Programações), Fê Fischer (Guitarra / Voz) e Moa Jr. (Bateria / Voz / Percussão).



Não sei se lembram, mas esses dois primeiros já deram as caras por aqui com a banda Poliéster durante o MADA 2008. Agora em 2009, eles aparecem com um novo e melhor projeto ao lado de Moa Jr. Less a Bullshit.

A banda L.A.B. foi formada no início de 2009 na cidade de Novo Hamburgo-RS, e mesmo com o pouquíssimo tempo de estrada já pode ser considerada uma das mais promissoras da atualidade.

A banda carrega na bagagem influências como Kraftwerk, LCD, The Cure, The Clash, Franz Ferdinand, David Bowie, Tv on the Radio, Velvet Underground, Hendrix , Explosions in the Sky, MGMT, Chemical Brothers, Depeche Mode, Police, Radiohead e por aí vai. Pelo menos uma coisa todos devem admitir. Os caras tem bom gosto.

Donos de um som meio futurista e esquizofrênico, os caras demonstram que não tem medo nenhum de errar ao misturar eletro, rock e pop com melancolia, desordem, psicodelia, contemporaneidade, samplers e sintetizadores.

Eles me agradaram de cara. Foi só deixar a música rolar para perceber que esse era um álbum digno de ser postado aqui no ENM e espalhado para todos os cantos imagináveis e inimagináveis do planeta.



01 Segundo Andar 02 O Melhor Sorriso 03 Visão Além do Alcance 04- O Falastrão 05 Uma Vida em 8 Bits 06- Segundo Andar 07 O Falastrão





Lançado: 2009

Origem: Novo Hamburgo,RS - Brasil

Idioma: Português

Estilo: Electro-rock / Pop

Tamanho: 78,2 MB













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