30 outubro 2009


Com mais de dez anos de estrada desde a sua primeira formação, Plástico Lunar surgiu na cidade de Aracaju, Sergipe, com a proposta de fugir dos padrões e tendências. Formada por Daniel Torres (vocais e guitarra), Julio Andrade (guitarra), Plástico Jr (baixo e voz), Léo Airplane (órgão, piano e sintetizadores) e Marcos Odara (bateria), a banda foca no experimentalismo musical que deságua no rock psicodélico.



Influenciada pelo rock de garagem dos anos 60 – bandas como: Mutantes, The Who, The Kinks, The Doors, The Beatles e Rolling Stones -, lançou oficialmente, no ano de 2003, a demo The Plastic Rock Explosion, na qual se podem ouvir vários ruídos diferentes nas músicas. Isso tudo, juntamente com as letras “filosóficas” – digo “viajadas” mesmo - que, é claro, não poderiam faltar, são determinantes para transportar qualquer um para longe... Muito longe...


01 Moderna 02 Formato Cereja 03 Boca Aberta 04 Sua Casa É O Seu Paletó 05 Quarto Azul 06 Tudo Do Seu Jeito 07 Próxima Parada 08 Banquete dos Gafanhotos 09 Cínico Arrependido 10 Gargantas do Deserto 11 Coleção de Viagens Espaciais 12 Vestígios Da Noite Passada 13 Você Vê O Sol Se Pôr

Coleção de Viagens Espaciais, Plástico Lunar
Lançado: 2009
Origem: Sergipe, Brasil
Estilo: Rock psicodélico
Para quem gosta de: The Kinks, The Doors

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22 outubro 2009


Sexta – 23 de outubro
abertura dos portões: 20h

Palco Principal

20:30 – CARCARÁ NA VIAGEM (RN)

21:00 – MC PRIGUISSA (RN)

21:30 – CALISTOGA (RN)

22:00 – SICK LIFE (RN)

22:30 – DUSOUTO (RN)

23:00 – FUNGOS FUNK (MG)

23:30 – CHICO ANTRONIC EMBOLA DUB (SP/RN)

00:00 – NATIRUTS

01:20 – MARCELO D2

02:50 – SELEÇAO MADA


Tenda Eletrônica

21:00 MAGÃO/RN - Indie Rock

22:00 BANDA ELECTRO

23:00 Rob/PE [The pub] - Minimal/Techno

00:00 Helper/RN [Dreamtribe] - PsyTrance

01:00 HADRON Live/RN - PsyTrance

03:00 PEDRÃO/GO [Vagalume Records] - PsyTrance

04:00 TWENTY EIGHT Live/MEX-BR [Alchemy records] - PsyTrance

05:00 Kinho/RN [Paradise] - PsyTrance


Sábado – 24 de outubro
abertura dos portões: 20h


Palco Principal

21:00 – GANESHAS (RJ)

21:30 – TRICOR (RN)

22:00 – SONIC JUNIOR (AL)

22:30 – LENZI BROTHERS (SC)



00:20 – PITTY (BA)

01:40 – NAÇÃO ZUMBI + OTTO (PE)

03:10 – SELEÇAO MADA


Tenda Eletrônica

21:00 Dré/RN [MADA]

22:00 Samnoiser-Galaxy-Bee/RN [PUM]

23:00 Funk Emblemas/RN [Funk]

00:00 Atração Surpresa

01:30 Brown/RN [DreamTribe] - Psytrance

02:30 NINAD/ARG [Atkum Records] - Psytrance

03:30 YAGÉ Live/ARG [Atkum Records] - Psytrance

04:30 Shelter/RN [Paradise] – Psytrance

19 outubro 2009


Nublado é Andrei de Ferrer (baixo e backing vocal), Fábio Viana (voz e guitarra), Rayan Lins (bateria e backing vocal) e Alberto Nanet (guitarra), e qualquer semelhança com o Pública é mera coincidência.

A banda paraibana lançou o primeiro EP em março de 2008, contendo 3 faixas. Já em maio de 2009, lançaram seu segundo EP, "Voo Livre", gravado no estúdio Dosol, aqui em Natal (RN).

A pesar do nome da banda nos dar uma idéia de música para dias melancólicos e chuvosos depois de levar um fora do namorado(a), podemos perceber na primeira ouvida que de cinza eles só tem o nome.

A banda Nublado possui uma sonoridade suave e ao mesmo tempo alegre, que trabalha suas guitarras em cima de letras que falam principalmente de amor e relacionamentos conturbados, que passam longe de transparecer tristeza. Pode ser um tema meio bobo e clichê, mas ele ganha um certo charme quando os caras começam a tocar.
E é esse clima de guitarras e flores que vai invadir o Festival MADA 2009. Vão conferir.

01 No Ar 02 Desse Lado 03 Sobre o Caos 04 Suas Asas

Voo Livre, Nublado
Lançado: Maio, 2009
Origem: Paraíba, Brasil
Estilo: Indie rock
Para quem gosta de: Pública / Moptop


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Festival MADA 2009

15 outubro 2009


Peguem suas Harley Davidson e vamos cair na estrada. Talvez não tenha sido essa a intenção dos caras do Rejects, mas foi a sensação que eu tive ao ouvir o som dos caras em casa. Não necessariamente cair na estrada de moto, mas, com certeza é um ótimo disco para se ouvir no trânsito. Antes de ouvir aqui em casa, eu já tinha conferido uma apresentação deles, e confesso que gostei bastante, tanto que me prontifiquei a falar sobre eles. Mas, depois falo sobre o desempenho deles no palco.

O trio natalense recém formado tem tudo pra contagiar uma grande quantidade de pessoas, já que seu som não é algo restrito. O que mais me fez atrasar essa postagem foi exatamente não saber encaixar o som dos caras em nenhum estilo musical. É rock, claro, mas o que exatamente? Tem um quê de hard rock, e uma pitada levíssima do Heavy metal primitivo, talvez uma herança Punk. Mas, foi vendo essas várias vertentes que finalmente consegui enxergar a luz no fim do túnel. Sim, o que todos esses estilos têm em comum? Isso mesmo, a gloriosa década de 80, quando a galera fazia música mais pra se divertir e deixar sua mensagem, do que simplesmente música comercial como é feita hoje em dia. Mas, eles fazem esse som antigo parecer algo tão novo, que nem parece ser antigo. Eles eliminam qualquer preconceito que você possa ter com gorduchos barbudos de colete preto e bandana na cabeça.

Outro destaque é a qualidade das músicas, talvez a experiência fale mais alto nesse momento. Melodias bem trabalhadas, uma única guitarra, mas no ponto certo, sem chamar atenção demais, mas sem se esconder, e com uma distorção gostosa de ouvir. O baixo é bastante destacado, com linhas elaboradas, marcando muito bem uma bateria que sabe dosar bem a agressividade. Com relação às melodias, algumas realmente chamam atenção por grudarem na cabeça, o que é o caso de Get Up e Trust, músicas que eu ouvi ao vivo e lembrei facilmente ao ouvir em casa. Já no quesito inovação se destacam duas músicas: Grindlock, por ser instrumental, e Devil’s Corner com seus quase doze minutos de duração.

Muita gente tem certo preconceito com bandas brasileiras que cantam em inglês, e eu até me enquadrado nisso em certos casos. Mas, tenho que dar o braço a torcer. A pronúncia impecável de Júlio Cortez é mais um ponto que me chamou atenção para o som deles. Um vocal agradável, letras bem feitas, ou seja, eles não devem em nada a uma boa banda gringa.

A apresentação dos caras nem tem muito mais o que comentar, pois, ser uma das atrações que mais me animaram para ir pro festival já diz muita coisa. Mas, eles têm espírito de palco, o que torna o show muito animado, e passam uma boa energia pra platéia mesmo com as caretas de Foca. No show que fui, rolou até uma cover da minha música favorita do Ramones, então, esperem algo grandioso no Festival. Quero ver todo mundo agitando lá ao som do Rejects, e tenho dito!

1 -Get Up; 2 -The Damage Done; 3 -Trust; 4 -Grindlock; 5 -Makin' a Mess;
6 -Fade Away / The Crawl / Sick Lies / Devil's Corner

Green, Rejects
Ano: 2009
Estilo
: stoner
Pra quem gosta de: Motörhead, Foo Fighters, Metallica, Ramones



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10 outubro 2009


The Hush Sound é uma banda originária de Illinois, USA. É formada por Bob Morris, Chriss Faller, Darren Wilson e Greta Salpeter. A primeira impressão que tive ao escutar a banda é de que eles fazem um indie pop luminoso, sagaz e teatral. Coincidência ou não a banda foi descoberta por Pete Wentz baixista do Fall Out Boy e Ryan Ross guitarrista do Panic! At The Disco e compactuam em muito com a sonoridade deles embora passem longe de qualquer conotação emo. Eles já lançaram três álbuns: So Sudden, Like Vines e Goodbye Blues.




01 Intro 02 Honey 03 Medicine Man 04 The Boys Are Too Refined 05 Hurricane 06 As You Cry 07 Six (Interlude) 08 Molasses 09 That’s Okay 10 Not Your Concern 11 Love You Much better 12 Hospital bed Crawl 13 Break The Sky

Goodbye Blues, The Hush Sound
Lançado: Março, 2008
Origem: Illinois, EUA
Idioma: English
Estilo: Indie pop / Piano rock


Para quem gosta de:
Fall Out Boy / Panic! At The Disco / The Academy Is…

09 outubro 2009


Lambreta? Cadilac? Opala? Tudo isso faz parte do passado, certo? Errado. Nomes como esses e outros “objetos de cena” do tempo que vovó ia pro baile - xavecar os tremendões, brinks - estão presentes nos títulos e, é claro, nas letras do Fliperama.
 

Formada em Natal por um quinteto no ano de 2005, a banda vem fazendo a alegria da garotada quadrada da cidade - ou pelo menos a minha – com o seu punk rock bubblegum que realmente GRUDA na cabeça. Influenciados por bandas como Ramones e The Queers, a temática abordada não poderia ser outra: problemas adolescentes (incluindo romances do tipo “to querendo aquela boazuda”), carangos, bailes, mulheres, ou seja, toda uma vida sem preocupação. Anos 60 e 70 voltando com tudo.
 

Letras bem humoradas, otimistas e três acordes. Essa é a fórmula. Simplista? Sim. Descartável? Não. Discordo de quem pensa que “música” é sinônimo de rebuscamento, “enfeites”, e letras complicadas falando sobre a Guerra do Vietnã ou sobre como o sistema capitalista afeta negativamente a vida de todos nós. Música é diversão, amiguinhos, e o Fliperama sabe muito bem como se divertir.



01 Volta Ao Mundo Em Uma Lambreta 02 Tommy 03 Eu Quero Ser Um Playmobil 04 Cadillac Rosa 05 Angeline 06 O Velho Opala Preto 07 Trilha Sonora Para Um Romance Em Quatro Rodas 08 O.V.N.I


Volta ao Mundo em uma Lambreta, Fliperama
Lançamento: 2008
Origem: Rio Grande do Norte, Brasil
Estilo: Bubblegum punk
Para quem gosta de: Ramones, The Queers, Carbona


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Update! [06/11/09]

Bem Mais Que 03 Acordes
Lançado: Novembro de 2009






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06 outubro 2009

É com grande prazer que vos trago mais uma grande revelação deste ano: The XX. O ano de 2009 será marcado como o ano das grandes revelações de bandas "novas" e pelas grandes decepções, ao menos para mim, das bandas antigas (Muse, Arcticmonkeys). Só esse ano tive o prazer de achar o Motorama e o The XX. Banda do sudeste de Londres (Inglaterra).


A banda é formada por quatro membros jovens cada um com 20 anos de idade (Romy Madley Croft, Baria Qureshi, Oliver Sim e Jamie Smith). Os mesmos se encontraram na escola Elliott, uma escola tradicional típica da Inglaterra, juntaram forças em 2005 e no dia 14 de Agosto deste ano lançaram o seu album debutante XX. Lembro que não vi a foto deles, isso certamente teria me feito pensar "seriam eles emos?". Realmente o visual deles não diz nada do estilo musical da banda, é bem como dizem: "quem vê cara não vê coração".


XX é algo, como diriam alguns, redondo, perfeito. Arranjos bem feitos seguidos de duas vozes que casam muito bem. Ambas dão um ar sensual as suas músicas, basta ouvir Crystalised e prestar atenção no hayayayayay. O baixo é lindo, tudo é perfeitinho. O album vem com 11 faixas, destaque para o single Crystalised, VCR, bem para todas, pois todas são ótimas. Além do album XX eles também lançaram um bônus composto por três faixas Do you mind, Hot like fire e Teardrops, que são lindas e não sei porque ficou de fora do XX, mas o importante é que saiu como promo. Não vou mais me alongar nos elogios rasgados, vou deixar que vocês tirem suas próprias conclusões. É com todo o prazer do mundo que eu trago pra vocês The XX.





01. Intro 02. VCR 03. Crystalised 04. Islands 05. Heart Skipped a beat 06. Fantasy 07. Shelter 08. Basic Space 09. Infinity 10. Night time 11. Stars


The xx, homônimo
Lançado: Agosto, 2009
Origem: Inglaterra
Estilo: Dream pop, indie rock
Para quem gosta de: The big pink




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03 outubro 2009


Ouvir o som da banda soteropolitana Vendo 147 não tem nada demais, só mais uma banda de rock Instrumental. Exato, mas, quando você vê os caras tocando, a coisa muda um pouco de figura. A banda tem dois guitarristas, um baixista, nenhum vocalista, até aí tudo beleza, o rock pode viver sem uma voz, mas, dois bateristas? JC, não seria um baterista e um percussionista? Não, não mesmo, são dois bateristas. Ah, então, são duas baterias? Não, só uma bateria.


COMOFAS?!?!?


Importada da Suíça, a técnica da bateria clonada consiste em um único bumbo, sendo um baterista de cada lado do bumbo. Cada baterista tem caixa, surdo e um mar de pratos individuais, só o que eles usam em comum é o bumbo. Jesus, como algum anormal teve essa idéia maluca? Não sei, mas, deu muito certo. E o Vendo 147 conseguiu sincronizar os dois bateristas de uma forma que, se você escuta o som deles, nunca sequer passa por sua cabeça que são dois bateristas, você tem que ver pra crer.


Okay, os bateristas clonados realmente são a atração principal da banda, mas, seus outros integrantes não se prendem só a isso. Por fazerem um som instrumental, eles têm praticamente a obrigação de dominarem muito bem seus instrumentos, e assim destaco as linhas de baixo muito bem elaboradas, com direito a tappings e tudo mais, isso fora os riffs de guitarra muito bem feitos e trabalhados.


O único ponto fraco do Vendo 147, em minha humildíssima opinião, é que se torna um som muito repetitivo. Talvez o fato de não possuir um vocal, ou por realmente as frases se assemelharem demais, mas, é difícil você conseguir ficar muito tempo ouvindo o som deles, ou até mesmo, conseguir ouvir o cd inteiro.


Mas isso também se deve ao fato de, acredito eu, o Vendo 147 ser uma banda de palco, e não de estúdio. Ou seja, eles devem agitar muito na hora do show, e se você começar a conversar com seus amigos, dançar e brincar (quase uma micareta né?) nem vai sentir que as músicas são tão repetitivas assim. Sim, sem dúvidas é a banda que mais está me motivando a ir pro festival, eu realmente preciso ver os dois bateristas lá tocando juntos, e tenho dito!

1-Hell, 2-Kill Bill, 3-Satangoz, 4-Skate O Matic

Estilo: Instrumental
Pra quem gosta de: AMP, Black Drawing Chalks, MQN



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Festival DoSol 2009

01 outubro 2009

Engana-se quem pensa deste modo, o Motorama, e falo do Motorama russo (pois tem mais uns dois por aê, um argentino e outro), traz sim certa semelhança com o Joy Division, e esta está toda na voz, claro que não é algo lento como o Ian Curtis, mas a semelhança para no vocal desta banda Pois o som dele é algo mais moderninho, bonito, sonoro sem o vocal super baixo que o Joy Divison presava tanto. Em algumas faixas até sinto a presença do The XX, talvez sejam os rifis, não sei. A banda é bem modesta e na minha opinião uma das melhores bandas que eu encontrei este ano.


Como disse eles são russos, e isso é algo que me surpreende, nunca imaginei que uma banda tão boa pudesse vim de tão longe e de um pais onde a tradição musical, ao menos para mim, não é tão conhecida.


A banda já lançou dois demos: Strangest innocense e Somersault, e ambas são perfeitas, saborosas aos ouvidos. O que dizer do encadeamento de Somersault, tão simples mais tão bonita. Além dos dois demos houve também um primeiro EP, o Horse, que possui 5 faixas de tão boa qualidade quanto as outras duas citadas. Mas bem, este post é para falar do mais novo EP deles o Bear. Fico até com receio de falar algo demais ou de menos, pois para quem ouvi verá logo de cara que não minto quando digo que essa banda é uma das maiores revelações do ano. Bear como o primeiro EP possui 5 faixas: Bear, Lantern (ouçam e me digam se não é a cara do Joy Division, ao menos a voz), Seagulls (linda em todos os aspectos), Pine e Budapest. Então é isso, espero que apreciem mas sem moderação.


Ah! E para conferir os demos e o outro EP visite o site da banda!



01. Bear 02. Lanter 03. Seagulls 04. Pine 05. Budapest

Bear EP, Motorama
Lançado: Setembro , 2009
Origem: Russia
Idioma: English
Estilo: New Wave/Post-punk
Para quem gosta de: Joy Division



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